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..:: Rede Amiga da Criança - - História da Amiga da Criança
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História da Amiga da Criança

As articulações iniciais de organizações governamentais e não-governamentais, que resultaram na criação da Rede Amiga da Criança começaram no início de 2000. No entanto, as condições que possibilitaram a construção destas articulações foram anteriores e podem ser compreendidas a partir da experiência do Projeto Estrela da Rua e, mais recentemente, da inserção e apoio da Fondation Terre des Hommes (Tdh) de Lausanne, na área da criança e do adolescente em São Luís, Maranhão.

 

Um dos fatores significativos para a criação da Rede foi a realização de um seminário, em março de 2000, promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de São Luís, com participação de várias organizações não-governamentais da área da infância e da adolescência4 .

 

A análise apontou como grande desafio mudar a realidade de crianças e adolescentes em situação de rua, o que foi definido como uma linha de ação prioritária. Em função desta prioridade, o CMDCA deliberou que 75% dos recursos do FMCA seriam destinados às ações voltadas para estas crianças e adolescentes. E, mais adiante, com a criação da Rede, deliberou também que para as organizações serem agraciadas com o recurso deveriam estar articuladas nela.

 

Neste seminário, também foi muito importante a definição do papel de cada organização a partir do potencial e experiência de cada uma no enfrentamento da questão da criança e do adolescente em situação de rua. Na ocasião, foi realizado um mapeamento das ações das organizações dirigidas a este segmento, clareando a especificidade de cada uma: na educação de rua, no atendimento em abrigos e em meio aberto, no atendimento aos usuários de drogas, na inserção e reinserção das crianças e adolescentes na família e na escola.

 

Antônio Carlos Gomes da Costa, estudioso e militante do movimento de crianças e adolescentes, contribuiu significativamente para a compreensão da proposta estratégica de um trabalho em rede. Ele esclareceu sobre a importância de cada organização perceber a sua incompletude, ou seja, de que não pode realizar todas as ações necessárias de forma isolada, sozinha. Mostrou que o lugar de tecer a rede era o próprio Município, que deveria ser fortalecido no processo de municipalização das políticas e que o Conselho de Gestão deveria ser o espaço articulador de construção das relações de uma rede. Estas idéias empolgaram e impulsionaram os militantes e profissionais das organizações que estavam iniciando a rede.

 

O encontro geral de junho, marcante pela definição da forma de gestão e funcionamento da Rede, também definiu um GT provisório para elaborar uma proposta de texto para o Protocolo de Intenções. O processo de discussão desenvolvido facilitou a compreensão do significado do Protocolo de Intenções e a sua aprovação, por unanimidade, na primeira Assembléia da Rede Amiga da Criança, realizada no dia 27 de junho de 2000 com participação do conjunto das organizações integrantes. No Protocolo, cada organização assume sua responsabilidade e competência junto ao coletivo da Rede.

 

Após a aprovação do Protocolo de Intenções, a assembléia propôs a realização de um evento oficial de assinatura do documento, com confraternização e promoção da visibilidade da Rede. O GT de marketing foi responsável pelo planejamento do referido evento, que aconteceu no dia 15 de agosto de 2000, no auditório do Ministério Público, no Centro. Participaram da cerimônia de assinatura do primeiro Protocolo de Intenções todas as organizações integrantes15 da Rede naquele período.

 

Fonte: livro "Rede Amiga da Criança - uma experiência de articulação em defesa dos direitos de crianças e adolescentes em situação de rua"